terça-feira, 14 de agosto de 2012

Pouco Drake e May?

 
- Amor, deixa eu depilar sua barba com cera? 
- Não, para. Ficou louca? 
- Ah, não vai doer amor. Por favor - Ela fiz biquinho. 
Não.
Ela sai de perto dele. 
- Ta, ta bom. Chata!
Ela volta correndo e rindo e se senta de frente pra ele no sofá.
- Tem certeza que não vai doer?
- Tenho, amor - Ela dizia rindo e passando a cera em seu rosto. - Pode puxar?
- Pode. - Ele fecha os olhos e ela puxa.
- Caralhoooooooo, porra. Ta doedo, cacete.
Ela cai na gargalhada.
- Foi devagarzinho, amor - Ela da um beijinho nele.
- Devagar o cacete, ta doendo pra caralho - Ele coloca a mão no rosto.
- Ainda falta muito.
- Não brinca, sério?
Um rindo do outro.
- Beleza, tira tudo de um vez então, uma dor só.
- Ta bom, amor. - Ela termina de passar a cera no rosto dele e o olha.
- Vai logo, cacete.
Ele abraçado com a almofada de olhos fechados e ela começa a rir dele.
- Vou puxar - E ela puxa.
- Puta que pariu, diz que acabou, caralho. - Ele diz gritando.
- Acabou exagerado. - Ela não se aguentava de tanto rir.
- Na boa, nunca mais. Nunca mais tu vai fazer isso, firmeza?
- Ta bom, fracote. - Ela da um tapinha nele.
- Fracote nada, dói caramba.
- Alias, você foi o único que deixou eu fazer isso. - Ela sorri.
- É eu devo ser louco.
- Também acho, meu louco.
- Mas louco por você, sua namorada desnaturada.
- Eu desnaturada?
- Me machucou, velho.
- Machuquei nada, pode parar.
- Então da beijo pra sarar.
- Amor, vai se ferrar.
Eles riem juntos e se beijam.

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